
Há momentos em que a vida nos desorganiza para nos reorganizar por dentro.
Acompanhamento terapêutico para quem atravessa transições, conflitos internos e deseja compreender seus sonhos com profundidade.

Sou analista junguiana e astróloga, formada em Psicologia Analítica pelo IJEP, com pós-graduação em Neurociência pela PUCRS e formação em campo sistêmico pela Aurora Sistêmica. Pedagoga de formação e mãe, trago para a clínica uma escuta sensível aos vínculos, aos processos de desenvolvimento e às travessias da vida adulta.
Atendo há 7 anos e mantenho um percurso de formação contínua no campo analítico, por meio de estudos, supervisão e aprofundamento teórico-clínico. Desenvolvi o programa Maternidade sem Culpa, voltado ao acolhimento das experiências maternas e à elaboração dos conflitos psíquicos associados a esse ciclo. Realizo estudos em astrologia simbólica há 10 anos, integrando essa linguagem arquetípica como recurso de compreensão dos ciclos da psique e dos movimentos de transformação da consciência. Atualmente, meu trabalho está centrado na análise junguiana, com uma clínica orientada pelo símbolo, pelo sonho e pelo imaginário.

Abordagem terapêutica
O processo terapêutico é um caminho de ampliação da consciência e de diálogo contínuo com o inconsciente. Por meio da narrativa e da escuta ativa, criamos um espaço simbólico onde a psique pode se expressar, ganhar forma e se reorganizar. Trabalhamos com sonhos, expressões criativas como vias de acesso às imagens interiores, permitindo que conteúdos inconscientes sejam reconhecidos, elaborados e integrados ao processo de individuação. Paralelamente, favorecemos a construção de um eixo consciente estruturante, capaz de sustentar, simbolizar e dar contorno às experiências emergentes, promovendo organização psíquica, enraizamento e maior coerência entre mundo interno e vida concreta.
Narrativa e escuta
Nem tudo o que vivemos encontra palavras de imediato.
Às vezes, a experiência pede tempo, escuta e um espaço seguro para se organizar.
Na clínica, a narrativa não é apenas contar acontecimentos, mas permitir que a própria história vá ganhando forma e sentido.
A escuta cuidadosa sustenta esse processo, ajudando a reconhecer afetos, imagens e movimentos internos que pedem atenção.


Os sonhos
Há sonhos que surgem como fragmentos da experiência, imagens que se apresentam quando a vida ainda não encontrou palavras.
Assim como a narrativa, o sonho não pede explicação imediata, mas um espaço de escuta onde possa ser aproximado com cuidado.
No processo terapêutico, ele é acolhido como parte do movimento psíquico em curso, respeitando o tempo e o momento de quem sonha.
Ao ganhar lugar na escuta, o sonho pode ajudar a dar forma ao vivido e ampliar a compreensão da própria experiência
Expressões criativas
A arte pode surgir como uma forma de aproximação da experiência psíquica, oferecendo passagem para o que ainda não se organiza pela palavra.
Desenhos, imagens, gestos criativos e movimentos da imaginação ativa permitem que conteúdos internos ganhem forma, presença e possibilidade de diálogo.
Essas expressões não buscam explicação imediata, mas um espaço de escuta entre o inconsciente e a consciência.
Ao serem acolhidas, podem favorecer movimentos de integração e ampliação da experiência


Psique e o conceito de alma
Na psicologia analítica, a psique pode ser compreendida como a própria experiência da alma: uma totalidade que abrange o consciente e o inconsciente, o pessoal e o coletivo, o racional e o irracional. Muito do que nos move não está totalmente disponível à consciência, mas se revela por meio dos sonhos, das emoções, dos conflitos e das imagens que emergem da vida interior. Ao escutar esses sinais, a consciência se amplia e o contato com o mundo interno pode devolver sentido e direção à experiência de viver.
